Refinaria

Em 1949, instalou-se nas Salinas de Cabo Frio, no litoral do Rio de Janeiro, a Refinaria Nacional de Sal S.A.

Graças as suas características naturais como: relevo plano, sol praticamente o ano todo - ventos constantes, baixo índice de pluviosidade e a presença da lagoa de Araruama que, além de salgada, contempla um índice de salinidade maior que o do mar - esta região é conhecida como uma das áreas mais propícias para a produção de sal no Brasil.

Com o objetivo de produzir sal refinado a partir da salmoura proveniente das Salinas Ponta do Costa, a Refinaria adquiriu equipamentos de evaporação forçada a vácuo, cuja instalação representou uma inovação no processo de fabricação de sal local.

Foi assim que, em 1951, iniciou-se a produção do sal Cisne, numa instalação comprada na Alemanha, com capacidade de produzir 50 toneladas de sal refinado a vácuo por dia. O sal que estava destinado a se tornar líder do mercado brasileiro já trazia algumas novidades para os consumidores, como sua embalagem em saquinhos plásticos de um quilo.

A partir daí, a produção não parou de crescer e a Refinaria manteve a política de sempre reinvestir os resultados obtidos. Em 1968, adquiriu a Salinas Viveiros, já que a produção de Ponta do Costa tornou-se insuficiente para atender o aumento na demanda de seus produtos. Entre 1972 e 1978, construiu cerca de 90 mil m2 de tanques em concreto para o armazenamento de 350.000 m3 salmoura. Em 1974, começa a operar o primeiro de quatro novos evaporadores da Usina II, permitindo novo aumento de produção. Seis anos depois, em 1987, foi construída a Usina III, para a fabricação do sal Clipper - sal refinado por moagem hidromecânica, uma nova opção para o mercado consumidor.

Em 1997, foi construída uma unidade para produção de sal com teor reduzido de sódio, o Cisne Light.

Em 2003 foi inaugurada uma nova planta, com ambiente controlado, para produção de Cisne Líquido, sachês e saleiros Ovo e Cozinha.

Em 2004 entrou em operação um novo secador automático com leito fluidizado, para maior controle de secagem do produto final e economia de energia. Esse equipamento, cuja operação é controlada eletronicamente, foi o primeiro do tipo a ser instalado em uma indústria salineira do Brasil. No mesmo ano, foi construído um novo laboratório de análises físico-quimícas que permitiu incorporação de novas análises, inclusive microbiológicas, garantindo maior precisão nos resultados das mesmas.

Em 2005 foi desenvolvido um novo processo para fabricação de sal com altíssimo grau e pureza, sem restrição de quantidade, que é destinado à fabricação de soluções para hemodiálise.

Em 2006 houve a modernização do restaurante industrial responsável pelo preparo das refeições para todos os funcionários, hoje preparadas e servidas por profissionais da própria Refinaria em ambiente climatizado e agradável.

Entre 2008 e 2009 foi incorporado em novo sistema de empacotamento com maior produtividade e melhores condições ambientais de envase.

Hoje a Refinaria conta com um quadro de aproximadamente 600 funcionários e uma capacidade produtiva de 20.000 toneladas/mês. No Brasil, é a única empresa do ramo capaz de produzir um tipo de sal para cada fim.

Para produzir sal com alto teor de pureza, a Refinaria emprega a mais avançada tecnologia e segue os mais rígidos procedimentos de qualidade através de dois processos distintos: evaporação térmica sob vácuo múltiplo-efeito, ou a moagem hidromecânica com lavagem de sal grosso.

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